E os meses se passaram, e a pequena Clarinha nasceu numa manhã chuvosa de setembro, após um parto normal e tranquilo. Ana sentiu as contrações pela madrugada e foi levada por Pedro ao hospital, e assim que chegou por lá, logo a pequenina nasceu, sem muito esforço. Clara Alencar, era forte, cabelos escuros, com pulmões à pleno vapor, pois seu choro era ouvido a uma boa distância, e com isso ela já mostrava sua personalidade.Ana segurou a filha no peito pela primeira vez e chorou emocionada, exausta e aliviada.— Ela é perfeita… — sussurrou ela, olhando para a bebê de cabelos escuros.Pedro, com os olhos vermelhos, beijou a testa da filha e depois a de Ana.— Obrigado por aguentar tudo isso, minha menina. Obrigado meu amor.Maria e Rosa, mãe e tia de Ana, vieram morar definitivamente na fazenda uma semana depois do nascimento. Maria trouxe sua energia prática e Rosa, suas histórias e risadas. A casa ganhou mais vida, mais cor, mais alegria, mais gente. Rosa cuidava de Clara à noite
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