Emma sorriu.— Obrigada.Hannah lançou um olhar rápido para Olivia, e Emma percebeu que as duas já haviam se comunicado sem palavras.Talvez Hannah suspeitasse da gravidez.Talvez não.Naquela noite, Olivia ficou com Emma na casa. Hannah voltou para a livraria depois de deixar uma chaleira e biscoitos, prometendo aparecer pela manhã “com café descafeinado ou interrogatório, dependendo do humor”.Emma tomou sopa. Pouco, mas tomou. Depois sentou-se no sofá com uma manta.Olivia verificou as janelas, a porta, o celular, as mensagens de Ryan.— Nenhum sinal de que fomos seguidas — disse.Emma encostou a cabeça no sofá.— Parece impossível.— O quê?— Silêncio.Olivia sentou-se ao lado dela.— Aproveita.Emma fechou os olhos.Por alguns minutos, ouviu apenas o vento do lado de fora, o zumbido baixo do aquecedor e a respiração da amiga.Então o celular vibrou.Emma abriu os olhos.Ryan.Chegou bem?Ela respondeu:Sim.Ele digitou por alguns segundos.Alexander perguntou se você chegou a alg
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