MARIA FERNANDAEle recomeça o ataque aos meus sentidos. Sua boca desce em beijos vorazes pela minha boca, pelo meu pescoço, até alcançar os meus seios, que ainda pulsam cobertos pelo sutiã de renda escura. Ele morde o tecido de leve, arrancando os meus primeiros suspiros sofridos, e continua a descida com a língua pela minha barriga, deixando uma trilha de fogo na minha pele até alcançar a borda da minha calcinha. Àquela altura, a peça já está completamente molhada, ensopada pelo meu próprio desejo que implora pelo toque dele.Cadu enfia os dedos por baixo do elástico lateral da calcinha e, em um movimento lento e sensual, a desliza pelas minhas pernas, despindo-me por completo. Num gesto carregado de fetiche e intimidade, ele eleva a pequena peça de renda até o nariz e inala profundamente o meu cheiro, fechando os olhos, inebriado por mim.Ele joga a peça de lado e volta toda a sua atenção para a minha intimidade. Com os polegares, ele afasta com delicadeza os meus grandes lábios, ex
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