Ela deixou a taça sobre a mesa e ajeitou a postura, encarando-me com seriedade. — Eu gostaria de trabalhar, Massimo. Não consigo me ver apenas trancada em casa sem uma ocupação — ela respondeu com franqueza. Uma linha dura se formou na minha testa imediatamente. A ideia de Chiara trabalhando não me incomodava, mas o formato sim. — De hipótese nenhuma você retornará para trás de uma mesa como secretária de alguém — afirmei, a minha voz saindo com uma autoridade cortante que não aceitava réplicas. Chiara abriu a boca, o cenho franzido, claramente prestes a questionar a minha imposição. Antes que ela pudesse formular a primeira palavra de protesto, eu levantei a mão e a complementei, deixando tudo muito claro: — Você agora carrega o sobrenome Capone, Chiara. Você é a minha esposa. Se você quiser uma empresa, qualquer que seja, você poderá ter. Mas você jamais voltaria a ser funcionária de outra pessoa ou a cumprir ordens de terceiros. Ela me olhou completamente surpresa, os olhos v
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