Deixamos o quarto e descemos as grandes escadarias em direção à sala de jantar principal. O som de vozes firmes já ecoava pelo ambiente. Quando entramos, a cena se desenhou diante de nós: meu pai estava de pé perto da cabeceira da mesa, conversando de forma descontraída com Massimo. Sentadas à mesa estavam a senhora Aurora, com a sua postura sempre impecável, e Sofia, que mantinha um olhar atento à conversa. — Pai! — chamei, atraindo a atenção de todos. Meu pai se virou imediatamente, e um sorriso terno surgiu ao me ver. Aproximei-me e recebi o seu abraço apertado, sentindo o conforto familiar que eu tanto precisava naquele dia. — Bom dia, minha filha. Você está linda — ele disse, beijando o meu rosto. — Bom dia, pai. Fico feliz que tenha chegado cedo — respondi. Em seguida, virei-me para a mesa para fazer as honras, já que Sofia ele já conhecia de outra ocasião, quando ela foi comigo visitar ele no
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