Ouvi os passos dele. Através do vidro embaçado, vi a silhueta dele se livrar das roupas com uma rapidez impressionante. A porta do box se abriu e Massimo entrou no espaço reduzido. O impacto visual do seu corpo nu, musculoso, coberto de tatuagens e cicatrizes de guerra, sempre me impressionava, mas ali, sob a luz difusa do banheiro, o meu olhar passou a expressar explicitamente a minha intenção pecaminosa. Eu o queria. Agora. E ele, como o predador que era, entendeu prontamente. Massimo deu um passo à frente e me agarrou embaixo do chuveiro. Senti o jato de água quente passar pelo meu corpo ao mesmo tempo em que aquelas mãos grandes e firmes se cravavam na minha cintura, puxando-me para colar as nossas peles. O choque térmico e o contato carnal me fizeram arfar. Juntei os nossos lábios em um beijo de força intensa, uma disputa faminta de línguas onde eu colava cada centímetro do meu corpo ao dele. No meio do beijo, pressionei o meu quadril para a frente e percebi a su
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