Dentro do carro antigo, o silêncio era quase palpável. Salém olhava pelo retrovisor para o banco de trás, onde Bram estava sentada de forma contida, e depois para o pai, que mantinha os olhos fixos e atentos na estrada de terra. Soltando um longo suspiro, o jovem reuniu coragem e quebrou o gelo:— Pai... Como estão as coisas em casa? Todo mundo bem?— Estão todos ótimos — Troy respondeu, soltando uma risada calorosa que ecoou pelo veículo. — Seu irmão caçula já entrou naquela fase insuportável de riscar e escrever em todas as paredes da casa.— Não acredito — Salém riu, balançando a cabeça. — Acho que já passou da hora de colocarmos ele em uma escola para menores.Aproveitando a abertura, Troy desviou brevemente os olhos para o espelho retrovisor interno, focando na jovem vampira.— Então... Jovem, qual é o seu nome?— É Bram, senhor Troy — ela respondeu, a voz carregada de um nervosismo genuíno.— Ah! Então o meu filho andou falando de mim para você? Que bom saber — Troy comentou, la
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