Damon Se alguém me dissesse, semanas atrás, que eu ia conseguir ver a Angel rindo comigo, aceitando meus abraços e respondendo meus beijos… eu teria achado otimismo demais.Agora é realidade. Não perfeita, não completa, não como eu quero ainda. Mas é. Ela não foge mais toda vez que eu me aproximo.Quando eu a puxo pra perto, ela vem. Quando eu a beijo, ela corresponde em vez de ficar imóvel ou endurecer. Quando eu provoco, ela rebate. Quando eu pergunto, ela responde, e, o mais importante, pergunta de volta.— O que você gostava de fazer antes da empresa? — ela me perguntou, numa tarde qualquer, sentada no sofá, pernas cruzadas, uma caneca de chocolate quente na mão.— Antes da empresa eu gostava de viajar. — respondi, meio sério, meio brincando.Ela insistiu.— Qual foi a última coisa que você fez só por prazer, não por obrigação?Demorei alguns segundos pra lembrar. Ela gravava tudo. Cada resposta, cada detalhe da minha vida, cada gosto, cada pequena rejeição. Era como se quisesse
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