POV de Marina VasquesA manhã foi calma, muito calma o que estava prestes a terminar.Era meio-dia, e sai uma notícia, foi como se tratasse de uma bomba.Eu li uma, duas, três, vezes.- Não, não, não – digo incrédula com o que eu lia – Isto é impossível – dizia eu sozinha no meu escritórioMas não parecia ser, eram documentos, transferências, pagamentos, assinaturas, e tudo meu, tudo apontava para mim.- Quem é que me fez isto? – pergunto para mim mesmaO meu pai vem à minha cabeça.- Ele não fez isto – digo com os olhos nas linhas escritas.Célia entra sem bater, ela estava como eu, incrédula e em pânico.Ela acreditava em mim, eu sei que sim.- Marina, rápido, eles estão a pedir a tua demissão – diz-me ela e eu encaro-a sem conseguir processar tudo o que ela dizia e o que eu lia.Francesco chega, apressado, mas muito sério.- Isto foi planeado, armaram para ti – diz-me ele e olha para Célia que consente com a cabeça.Por fim, entra Juan, ele está como todos nós, incrédulo, assustado
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