Passei a mão por meu braço ardido. E, caralho, como eu odiava agulhas. Mas eu preferia ter de tomar uma injeção do que engravidar de Dominic em meus plenos dezesseis anos. Eu não tenho mente para ter de criar um filho tão nova. Eu sequer tenho uma estrutura familiar normal. Afinal, mesmo que um dia planejasse ter um filho, não sabia como conseguiria criar uma criança com bons princípios sendo que meu marido era praticamente um assassino sádico assumido, e eu? Bem, nem eu mesma sabia mais o que eu era.Eu nem sabia se eu era uma louca, uma doente que tinha se apaixonado pelo próprio sequestrador de maneira doentia, ou se eu de fato nutria por Dominic uma paixão e amor saudável como de qualquer outro ser humano normal.Mas era um fato que o amava. E também era evidente que tinha me tornado, de forma irracional, dependente dele. Dominic era como minha droga. Ele era a única coisa que todos os dias me tirava do meu tédio e que me deixava feliz. E eu era completamente dele. Mas meu amor po
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