Diabo 👿 Luna dançava no meio da pista do camarote, um copo de bebida numa mão, a outra no quadril, girando, rebolando, jogando o cabelo para o lado com aquele ar de quem não liga, mas sabe que todo mundo está olhando.Inclusive eu.O vestido preto colado subia cada vez que ela descia até o chão, amassando no quadril, marcando o formato perfeito do corpo. Até que num dos giros, o tecido subiu demais. E ali, no meio da luz baixa e dos flashes, eu vi. A porra da visão. Sem calcinha.Aquela poupa da bunda toda marcada, redonda, exposta.Fechei a mão na lateral da calça, respirando fundo. Ela era ousada. Queria me provocar. E estava conseguindo.Vi um moleque que nem devia ter dinheiro para pagar uma cerveja se aproximar. Tentou falar no ouvido dela, mas ela apenas riu, sem parar de dançar. E mesmo rindo, jogou o quadril ainda mais para trás, como se dançasse com o vento. Como se soubesse que meu olhar estava cravado nela.— Ela é perigosa, hein? — disse Igor.— Ela está pedindo — respon
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