— Senhora, por favor, aguarde um momento.Anne parou e se virou, confusa:— Está me chamando?— Sim, senhora. Recebemos uma denúncia descrevendo a suspeita como uma mulher vestida de branco. Com as roupas da senhora, não posso deixá-la sair agora. Por favor, aguarde.Anne franzio a testa:— Eu não roubei nada. Preciso voltar ao trabalho.— Quem disse que não roubou?!Passos apressados se aproximaram, e uma mulher de vestido vermelho apontou diretamente para Anne, o rosto tomado pela indignação:— Foi você quem roubou minhas coisas!— O quê?!Anne olhou para ela surpresa. Havia algo familiar naquela face, mas não conseguia identificar de onde a conhecia.— Senhor policial, eu tive contato com essa mulher há pouco. Ela deve ter roubado meus pertences!A mulher não olhou para Anne diretamente, mas a acusou sem hesitar.Compradores de toda a área foram se reunindo ao redor, curiosos.— Que bobagem — disse Anne, franzindo a testa. — Eu não a conheço.Ela jamais havia tido qualquer contato
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