Puxei a cadeira ao lado de Amy.Ele olhou para a que estava ao lado dele, onde eu já havia sentado, mas, sustentando o olhar dele, continuei ao lado dela.Coloquei panquecas no prato dela e no meu. Rapidamente, ele pegou meu prato, colocando o dele vazio no lugar do meu. O encarei. Ele me encarou, levantando uma sobrancelha, sorrindo com os olhos.Estávamos, eu e ele, em uma guerra quase silenciosa. Vi os outros empregados saírem um a um; apenas Karem permanecia. Como havia dito Richard, como um fantasma.Ele não se intimidou com a presença dela. Bem, eu… também não me importei. Se ela queria ver Richard me perturbar — e, por tabela, a ela — o que eu poderia fazer?À mesa, ele ainda colocou comida no meu prato, bebeu do meu suco.Saímos da mesa nós três. Eu e Amy seguimos com o motorista; ele seguiu sozinho.No caminho de volta, olhei para o motorista.— Eu gostaria de…— Sinto muito, senhora. Ele me interrompeu. — Tenho ordens para não levá-la a lugar algum sem a ordem do patrão.Buf
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