A noite anterior ainda queimava na pele de Josh. No quarto da mansão, ele e Maya tinham vivido mais um daqueles momentos que pareciam testar todos os limites que eles vinham empurrando para mais perto do abismo.As mãos se encontraram. Os beijos ficaram mais profundos. Os corpos se colaram com menos hesitação, mais necessidade.Maya estava deitada sob ele, a respiração entrecortada, os dedos agarrados na camisa dele. Josh sentia cada músculo do próprio corpo pedir mais, como se tudo o que viesse depois fosse, finalmente, o passo inevitável.Ele deslizou a mão pela perna dela, subiu devagar, sentindo a pele quente, os suspiros que ela tentava controlar. O beijo ficou quase desesperado. Por um instante, ambos tiveram certeza, se continuassem, não haveria volta.Foi Maya quem, com esforço, afastou a boca um pouco, encostando a testa na dele, os lábios ainda roçando.— Josh… — sussurrou, ofegante.Ele respirava rápido, o peito subindo e descendo.— Eu sei — sussurrou, como se respondesse
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