Angélique Mayers Cobri o rosto com as duas mãos, balançando a cabeça. Eu estava negando algo que era obviamente uma verdade escancarada, o que era uma baita estupidez, primeiro porque ele tinha olhos, e segundo, porque sabia que aquilo tinha desaparecido da casa dele há um tempo. Mas eu sabia o que ele estava vendo, e isso deixava a minha pele arrepiada de calafrios. Nolan, sem camisa aos treze anos, fingindo ser um cara forte. Nolan de sunga aos quinze, enquanto eu havia enchido a página de bocas dando beijos nele. Deus, havia até mesmo a marca de um batom bem no abdômen, que, se comparada a hoje, não era nada.Nolan riu ainda mais alto quando virou a página seguinte, e eu precisei fechar os olhos para absorver o impacto daquela cena patética. O riso dele foi de incredulidade, mas eu sabia que ele estava olhando de mim para as fotos.— Como você conseguiu isso aqui? — questionou.— Bom, eu... é que... ai meu Deus, me desculpa. Foi sem querer, eu juro. Uma das suas peguetes do ensin
Leer más