Capítulo 136Elena estava tomada pelo desejo. Suas mãos procuravam desesperadamente por Eliote, agarrando o tecido de sua camisa e puxando-o para si, como se quisesse recuperar todos os anos perdidos em um único instante. Porém, conforme a intensidade daquele beijo crescia, inflamada pelo álcool e por sentimentos guardados há tanto tempo, Eliote tomou as rédeas da situação, colocando um freio antes que a situação saísse do controle.Com esforço genuíno, ele afastou os lábios dos dela, mantendo as mãos firmes em seus ombros. Sua respiração estava curta, os olhos escuros de desejo, mas a mente estava clara.— Não... Elena, para — ele pediu com a voz rouca, afastando-se um centímetro, embora ela tentasse buscar sua boca novamente.— Eliote... — ela choramingou, os olhos pesados, a mente nublada pelo álcool.— Você está bêbada — ele disse, com uma ternura firme que a fez piscar, confusa. — E eu não vou me aproveitar disso sabendo que amanhã você mal vai conseguir se lembrar de metade do q
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