O silêncio depois do impacto não trouxe descanso.Trouxe… consequência.Não no ambiente.Mas dentro.Nyra sentia.Cada ponto que não conseguiram alcançar.Cada presença que cedeu.Não como culpa.Mas como… marca.Ela estava parada, olhando o horizonte.Mas não via a paisagem.Via… as decisões.— Você está sentindo.Disse Draven, mais baixo.Nyra assentiu.— Sim.O vento soprou.E aquilo…não era leve.Malrik se aproximou.— A gente fez o certo.Nyra não respondeu de imediato.Porque “certo” agora…não era simples.— A gente fez o necessário.Ela disse, por fim.O silêncio caiu.Pesado.Real.E então…veio.Não como ataque.Nem como manipulação.Mas como… lembrança viva.As pessoas que não foram alcançadas.As que cederam.As que erraram… sem tempo de aprender.Nyra travou por um segundo.Mas dessa vez…não foi armadilha.Era real.— Isso não é deles.Ela disse.Draven assentiu.— Não.Malrik completou:— Isso é consequência.O vento soprou.E aquilo…era o ponto mais difícil.Porque a
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