IolandaFaziam três dias desde que Giovani acordou e, finalmente, hoje permitiriam que ele voltasse para casa. Ainda não era o momento ideal, os médicos queriam mais observação, mas nós transformamos o bunker do posto em uma verdadeira clínica improvisada. Se ele passasse mal, teria médico, equipamentos, remédios e segurança. A essa altura ninguém mais confiava em hospital comum.Não tivemos novas invasões nesses últimos dias. Nenhum ataque, nenhum helicóptero, nenhuma notícia de movimentação da milícia. E, sinceramente, aquilo estava acabando comigo. A tensão de esperar o próximo ataque era pior do que o próprio ataque. Eu já não sabia mais se implorava para Vicenzo morrer de uma vez ou se preferia que ele aparecesse logo para acabar com aquela expectativa sufocante.Sim, eu sabia como aquilo soava horrível, mas ninguém ali estava vivendo normalmente mais. O território parecia uma cidade fantasma. Crianças não brincavam mais na rua, não havia bola rolando, pipa cortando o céu, música
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