BenEla tinha cruzado o limite.Aquele joguinho delicioso e cruel, me fazer assistir, me fazer falar, me fazer segurar enquanto ela se abria e gemia o meu nome, tinha acabado com qualquer resto de contenção. O lobo dentro de mim estava solto. Fome pura. Possessividade crua. A certeza absoluta de que aquela mulher era minha e de que eu ia fazê-la se arrepender, da melhor forma possível, de ter me testado daquele jeito.Eu avancei sobre a cama sem dizer uma palavra. Camila ainda estava apoiada nos cotovelos, ofegante, os olhos escuros de prazer residual, o corpo nu, corado e brilhando de suor fino. O cheiro dela, doce, molhado, excitado pra caralho, bateu em mim com força total. Eu tirei a camisa com um movimento brusco e joguei longe. A calça e a cueca vieram logo depois. O membro pesado e dolorido, finalmente livre, já pingando de tanto seg
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