Por fim, Corvus aproximou-se do lado ao que Alaric havia mordido em seu pescoço, aonde ele timidamente deixou uma trilha deliciosa de beijos até seu ombro, antes de morder, espalhando chamas a partir do seu umbigo.Quando as presas perfuraram sua pele, a mão de Orin entrou em combustão. Sem conseguir se conter ela mergulhou a mão nos cabelos dourados, arrancando uma espécie de ronrono dele.Um fogo negro, denso e sombrio, começou a emanar de seus dedos, arrancando dela um gemido de puro êxtase. Corvus pegou a mão dela gentilmente entre as suas, e o fogo negro se extinguiu, dando lugar a uma linda roseira negra cravada em seu dorso. Ele se ajoelhou, beijando a marca com uma solenidade que fez Orin tremer.Nesse momento, o corpo de Orin era um vulcão em erupção. Ela queimava, febril e desejosa. A cada mordida, a cada nova marca, seus gemidos eram um misto de agonia e um desejo carna
Ler mais