Leornado A conversa com o pai de Geovana era exatamente o que pensei: um acordo, e um bem vantajoso. Já havíamos falado sobre isso antes do nosso rompimento.Ele havia sido direto, sem rodeios desnecessários, o tipo de homem que não perde tempo com preliminares quando o negócio é sério. Gostaria de investir pesado na empresa, disse ele, talvez até mais do que o planejado, desde que o casamento cancelado fosse renovado; desde que eu e Geovana retomássemos o que começou anos atrás. Ele sempre gostou de mim, sempre viu potencial, sempre achou que eu era o tipo de homem que sua filha merecia. E, entrelinhas, ficou claro: se eu aceitasse, as ações viriam, as parcerias se fortaleceriam e eu poderia comprar mais dez por cento do capital, alcançando o controle majoritário ao lado dos 40% que Elisa e eu já detínhamos. Autonomia total, decisões sem interferência, p
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