CHRISTOSSabine engoliu em seco, sentindo o calor das minhas palavras e da minha adoração arrepiar cada centímetro da sua pele alva. Seus olhos verdes, escuros de puro desejo, fixaram-se nos meus com uma audácia que me fez prender o fôlego. Ela deu um passo à frente, colando os seus seios fartos contra o tecido do meu paletó de grife, e levou as mãos trêmulas até a minha gravata de seda.— Agora é a minha vez, meu rei... tire essa armadura corporativa e se entregue a mim de uma vez por todas — ela sussurrou com a voz rouca, iniciando o desmonte da minha vestimenta.Com uma lentidão deliciosamente torturante, ela desfez o nó da gravata, abrindo os botões da minha camisa branca um a um, deslizando o tecido de linho pelos meus ombros até deixá-lo cair no chão. Em seguida, Sabine ajoelhou-se com total naturalidade diante de mim sobre o tapete felpudo; puxou os meus sapatos de couro legítimo e desfez o fecho de metal do meu cinto, descendo a minha calça de alfaiataria junto com a peça ínti
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