Após noites de investigação William finalmente cria coragem para ir até Poliana e revela tudo o que descobriu. A chuva caía em cortinas pesadas sobre a rua estreita e mal iluminada onde Poliana morava. Dentro do seu pequenoapartamento, ela revisava uma campanha, tentando ignorar o vazio no peito que nem o sucesso na Fênix conseguia preencher. De repente, o reflexo de faróis potentes cortou a escuridão de sua janela. Um carro de luxo, totalmente fora de lugar naquela vizinhança, parou bruscamente. Poliana sentiu o coração falhar uma batida. Ela conhecia aquele motor. Ao abrir a porta, o choque a paralisou. William estava parado na calçada, sem guarda-chuva, sem segurança, sem a armadura de arrogância que ele sempre usava. O terno de três mil dólares estava encharcado, colado ao corpo, e o cabelo, sempre impecável, caía sobre os olhos marejados. Ele tremia, mas não era de frio; era de vergonha. — "O que você quer aqui, Willia
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