Segunda feira. O despertador do meu celular anuncia que já são dez para às seis da manhã. Desligo rapidamente, mas mesmo assim Oliver se mexe na cama. Minha cabeça está explodindo. Dou mais um cochilo esperando que daqui vinte minutos quando for me levantar mesmo, a dor tenha diminuído. Logicamente, isso não acontece. Levanto devagar e tento alongar meus ombros e minhas costas, mas isso só piora a dor. Vou para o chuveiro, talvez lá eu tenha algum alívio. Quando saio, sinto o cheiro de café. Que maravilha! Ele se levantou para fazer o café pra mim, que benção! Vou para o quarto me vestir para ir trabalhar. Escolho a primeira roupa confortável que vejo. Depois me sento na cama para calçar um tênis, mas desmanchar o nó cego, se tornou uma tarefa um pouco complicada. O esforço fez minha cabeça latejar ainda mais. - Laura? - Oliver me chama da porta. - Pode entrar. – Falo com um gemido. Droga de enxaqueca do caralho. - Bom dia. – Ele entra sorridente e me olha esperando minha r
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