POV Killian Eu estava no galpão industrial que cheirava a óleo e desespero. Sob a luz oscilante, os dois aliados de Gabriel pareciam sombras quebradas. Eu não sentia piedade, aliás eu não sentia mais nada. eu disse, a eles com a voz tão baixa que era quase um sussurro, mas carregada com a promessa de uma dor que eles não poderiam imaginar. - Última chance onde Gabriel está escondendo ela? Um dos homens, com o rosto todo machucado e o olhar perdido, soltou uma risada nervosa que beirava a loucura insana. — Você ainda não entendeu, não é, Killian? Não existe "esconderijo." Eu o segurei pelo pescoço, pressionando sua cabeça contra a cadeira de metal. — Fale. Agora. — Ele nos ligou.... naquela madrugada faz duas semanas. ele engasgou, lutando pelo ar mais continuo a falar. -Ele estava em um telefone público, rindo e disse, que a encontrou em um beco e a golpeou quatro vezes com a lâmina até que o brilho dos olhos dela sumisse... Senti minhas entranhas dando um nó, mas
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