O Altar de Vidro A nova casa tinha uma energia suave. Killian havia transformado o grande terraço de pedra e vidro no palco principal. Não haveria centenas de convidados de negócios ou flashes de paparazzi. A lista era curta: a mãe de Safira, as crianças, Alfred e o Dr. Steiner, que se tornara o guardião silencioso da saúde de ambos. Killian acompanhava cada detalhe com uma obsessão que Safira achava adorável. Ele não queria rosas vermelhas — que lembravam o sangue do passado. Ele escolheu flores brancas e ramos de oliveira, símbolos de paz e vitória sobre a dor. Killian instruía os decoradores. — Quero que o caminho até o altar seja coberto por pétalas de jasmim e que a música seja suave o suficiente para ouvirmos o vento nas árvores. Ele queria que Safira sentisse que estava caminhando para uma vida nova, não para uma continuação da antiga. No andar de cima, Safira provava o vestido. Era uma peça de seda fluida, desenhada para acomodar sua barriga que agora começava a apa
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