Depois que todos correram para acudir Simone, Jonh abriu os olhos, vendo aquela cena. Ele não poderia imaginar outra coisa.Com muito esforço, conseguindo mexer os braços com extrema dificuldade, ele levou a mão até o rosto e retirou o oxigênio, tentando falar. — Simone… — a voz saiu fraca, quase um sussurro. Era baixa demais. Ninguém conseguiu escutar, por mais que ele se esforçasse. Ele tentou se mexer novamente, o corpo respondendo com lentidão, mas não conseguiu. — Samantha… Sam… filha… — tentou outra vez, a garganta ardendo. Sem forças, ele desistiu de chamar.Seus olhos quase não tinham controle, vagavam sem foco pelo ambiente. Karllus, atento, se aproximou um pouco mais. — Senhor Jonh? — chamou, incerto. — Ele fica aqui, amor… — disse Samantha, tentando manter a calma. — É tudo monitorado. Vamos com Simone e depois eu volto pra ficar com ele.Karllus arregalou os olhos, percebendo algo diferente. — Não, Sam… — disse, segurando o braço dela. — Ele acordou
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