Noah voltou a me beijar, se moveu devagar e firme. Saindo só alguns centímetros e empurrando tudo outra vez.A sensação me tomou de um jeito que cravei as unhas nas costas dele, me deliciei com a voz grossa, quase rosnada, em meu ouvido.— Hoje eu vou te comer devagar, Magricela. Mas quando se acostumar comigo aqui dentro quero te ouvir gritando o meu nome.Eu não sabia se aquilo era devagar, mas, se podia ficar melhor, eu acabaria maluca por aquele homem.Noah segurou uma das minhas coxas e se encaixou mais fundo.Saiu inteiro e entrou devagar, olhando eu lutar para conseguir respirar. Os gemidos tomavam meu fôlego e, quando o corpo dele colou outra vez ao meu, o mundo explodiu inteiro dentro de mim.Não foi o gozo que eu tinha experimentado nos dedos dele.Era maior, cada célula do meu corpo se desfez em um relaxamento que me roubou a raiva e o medo.Só ficamos ele e eu.— Olha o que temos aqui. Você gosta com força.Ele falou e empurrou mais fundo, tirando a última fagulha de praze
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