Coroa Eu não sou homem de ficar só provocando.Se eu começo, eu termino. Eu me aproximei por trás, devagar, e deixei minhas mãos deslizarem pela cintura dela.Dessa vez não era domínio.Era devolução.Ela respirou fundo quando meus dedos subiram pelo contorno do corpo dela, lentos, explorando cada reação. Beijei o ombro dela, depois o pescoço, sem pressa. Senti quando ela relaxou contra mim.— Agora é a minha vez — murmurei perto da pele dela.Ela soltou um sorriso leve.— Você sempre acha que é sua vez.Virei ela de frente para mim.— Eu gosto de cuidar do que é meu.Alice revirou os olhos, mas não recuou.Passei as mãos pelas laterais do corpo dela, subindo até seus ombros, descendo devagar pelas costas. Cada toque meu era calculado, firme, mas atento. Eu queria sentir cada suspiro que ela segurava.Ela segurou minha camisa, puxando levemente.— Você não sabe ser calmo, né?Eu sorri de lado.— Sei. Só escolho quando.Aproximei meus lábios dos dela e a beijei com menos urgência que
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