297. CONTINUAÇÃO
CELIA:Fechei os olhos com força, sentindo como a batalha que Rubicelda havia vaticinado começava a travar-se dentro de mim. Sabia que as decisões que tomasse nos próximos instantes determinariam não só o meu destino, mas também o de toda a minha família e, talvez, o da humanidade. Lembrei-me do que Diletta acabara de me dizer, sobre me concentrar no amor. Mas antes que pudesse fazer isso, o estrondo de tiros rasgou o ar, seguido de gritos desgarradores. Abrindo os olhos de repente, deparei-me com uma cena dantesca: todos, sem exceção, tinham disparado contra as mulheres de negro, que jaziam imóveis no chão. Apenas a minha sogra permanecia de pé, olhando horrorizada ao seu redor, especialmente para o marido, que lhe apontava com um cano encostado na testa. — Não o faças, pai — as vozes de Alonso e Luigi ergueram-se em uníssono, ca
Leer más