280. CONHECENDO A FAMÍLIA
CELIA:Fiquei a olhar enquanto Alonso corria, sentindo como as minhas lágrimas escorriam pelas minhas faces. Não sabia o motivo, mas o medo havia tomado conta de mim completamente, como se fosse uma droga da qual não conseguia escapar. As mãos do meu sogro nos meus ombros tentavam confortar-me, mas as lágrimas continuavam a sair como se fossem uma fonte interminável. Sem dizer uma palavra, levaram-me para dentro de uma sala onde me aguardavam os médicos da família. Ao ver-me chorar, o doutor Rossi, que era o que mais me tinha tratado, adiantou-se ao meu encontro. — O que se passa, Celia? Onde está Alonso? — perguntou, enquanto limpava as minhas lágrimas delicadamente, o que provocou o efeito contrário em mim e comecei a chorar desconsoladamente, como uma novata neste mundo de ferro e sangue. Nunca fui chorona. Agüentei durante toda a minha vida o c
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