Felippo corria pelo chão com seu carrinho de madeira, rindo alto, enquanto Paul fingia que o brinquedo quebrava e tombava. O encantamento da cena era evidente: o menino aplaudia com alegria, enquanto Gio, de braços cruzados, observava de pé, lutando para conter um sorriso que insistia em aparecer. —A seriedade dela contrastava com a espontaneidade do filho, intensificando a magia do momento. Em um momento de pura diversão, Paul se deitou no chão, permitindo que Felippo escalasse seu peito como se fosse uma montanha. — Attento, piccolo! — exclamou, simulando que iria cair. — O riso contagiante de Felippo reverberou pelo ambiente, preenchendo o espaço com uma energia vibrante e inocente que aquecia o coração de todos ao redor. Ele puxou o cabelo do pai, que riu junto, despreocupado, absorvendo a alegria simples e genuína daquela interação, enquanto Gio sentia sua própria tensão se dissipando.— Era como se o tempo tivesse parado, isolando a
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