Ayla não hesitou.Assim que fechou o e-mail, abriu uma nova janela e acessou a lista de contatos que mantinha fora dos canais convencionais, um tipo de comunicação que não passava por sistemas oficiais nem deixava histórico acessível, e que, justamente por isso, funcionava.Os dedos deslizaram pelo teclado com precisão enquanto estruturava a mensagem de forma direta e objetiva, sem margem para interpretação equivocada, porque precisava de confirmação, não de versões.Incluiu os nomes, as possíveis variações e as datas.E o ponto central: o que havia acontecido na Romênia.Sem explicar demais.Sem formular perguntas explícitas.Quem recebesse saberia exatamente onde procurar.E, principalmente, como acessar o que não era visível.Ayla releu a mensagem uma única vez, considerou suficiente e enviou.A resposta não viria rápido.Não daquele tipo de fonte, mas isso não alterava o que realmente importava, porque, se existisse algo real por trás daqueles registros, seria encontrado, e, se nã
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