Helena caiu de joelhos no chão assim que Rafael soltou as cordas que prendiam seus pulsos.Os braços dela tremiam, vermelhos pelas marcas da pressão. A respiração saía irregular, como se cada gole de ar fosse uma luta.Rafael observava sem pressa.Como quem avalia um objeto.— Levanta — disse ele, frio.Helena demorou alguns segundos para conseguir se apoiar nas pernas.Natasha ainda estava presa à cadeira, o coração acelerado depois de tudo que tinha acabado de presenciar. Aquilo parecia um pesadelo sem fim.— Vai tomar banho — continuou Rafael, olhando Helena. &mdash
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