Finalmente, Alexander cedeu. Acompanhou Leo a um bar discreto. Sentaram-se no balcão e o barman se aproximou com um sorriso profissional.— O que desejam, cavalheiros?Leo pediu por Alexander, que assentiu em sinal de aprovação. Bebida após bebida, Alexander dava grandes goles, esvaziando um copo atrás do outro, pedindo mais e mais. Leo, vendo o ritmo desmedido, finalmente interveio.— Acho que já chega, amigo. Além disso, depois você terá que ir para casa e não poderá dirigir. Será melhor pegar um táxi.Alexander fez uma careta, desdenhando do conselho com um gesto desanimado.Continuaram bebendo por mais um tempo. De repente, Alexander começou a declarar algo que jamais teria pronunciado com a cabeça fria, mas que agora, sob a influência do álcool, brotava sem filtros. Seu amigo o escutava, perplexo.— Valeria... Valeria, para mim, é uma mulher que me confunde demais — começou Alexander, com a voz um pouco arrastada. — Minhas emoções por ela se transformaram. Já não é o mesmo de ant
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