DOMÊNICO BANEAjoelhado no meio da minha cama, com Valentina completamente nua e escancarada sob o meu olhar, eu senti o último resquício de sanidade que me restava evaporar. Os meus olhos percorreram a pele dela, iluminada apenas pelas luzes da cidade que invadiam o quarto. Ela estava arfando, os lábios entreabertos, os seios perfeitos subindo e descendo no ritmo acelerado da sua respiração, esperando por mim.Eu havia passado os últimos dois meses vivendo em um inferno, e agora, o meu paraíso estava ali, pronto para ser consumido.Não hesitei. Inclinei o meu corpo para a frente e enfiei o meu rosto no meio das pernas dela.Assim que a minha respiração bateu contra sua intimidade, Valentina soltou um suspiro trêmulo e arqueou a coluna, levantando os quadris instintivamente na minha direção. O cheiro dela... porra, o cheiro da boceta dela era o meu maior vício, me deixava completamente inebriado. Nenhuma mulher no mundo tinha aquele sabor. Nenhuma mulher no mundo me fazia perder o con
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