VALENTINA ROSS O meu corpo inteiro formigava. A minha mente estava uma completa neblina, anestesiada pelo orgasmo brutal que ele havia acabado de arrancar de mim. Eu mal conseguia pensar, muito menos respirar direito. O meu peito subia e descia violentamente contra o colchão macio, enquanto eu tentava, em vão, reunir algum resquício de sanidade. O colchão afundou logo atrás de mim. Domênico, agora completamente nu e protegido, posicionou-se entre as minhas pernas abertas. Sua mãos descem por minhas costas desabotoando o sutiã e o ajudo a tirar. Depois acontece rápido. Ele rasga minha calcinha, segura a minha cintura com firmeza, alinha os nossos corpos, e me penetra de uma vez. — Ah! Merda... — Gemo e cravo minhas unhas no colchão, arqueando as costas e buscando algum apoio enquanto ele me toma por trás. Seus movimentos são rudes, possessivos e incrivelmente profundos, preenchendo o meu interior repetidamente. Ele sabe exatamente o que está fazendo, e faz muito bem. Isso é s
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