(POV: Sophie)A manhã seguinte foi... silenciosa. Acordei sozinha na cama imensa, a lembrança da noite anterior me atingindo como uma onda. A voz de Caleb, a fúria nos olhos de Alexandre, sua declaração de posse. Eu deveria sentir alívio por ele não estar lá, mas, em vez disso, uma sensação irritante de ter sido descartada se instalou em meu peito. Como se a explosão de possessividade dele tivesse sido apenas um ato, e eu, o objeto esquecido no palco.Passei o dia em um estado de ansiedade. Maria, a governanta, me serviu o café da manhã, alheia à tempestade dentro de mim. Tentei ler, mas minha mente voltava para ele. Para o beijo de duas noites atrás. Para a ameaça na noite passada. “Quem era aquele homem? O monstro calculista, ou o homem impulsivo que me beijou, ou o homem possessivo que atendeu o telefone? E por que, céus, por que isso me importava tanto?”No final da tarde, a campainha tocou. Meu coração deu um salto estúpido antes que eu pudesse contê-lo. Abri a porta, e a decepçã
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