Alice , agora à frente do Grupo Ricie com mão de ferro. Eram quase nove da noite. Arthur andava de um lado para o outro na sala, os olhos prateados faiscando como uma tempestade iminente. Os trigêmeos finalmente tinham pego no sono após uma batalha de banhos e jantares, mas a poltrona de Alice continuava vazia. O ciúme de Arthur era uma fera adormecida que acordava toda vez que ele não tinha Alice sob seu campo de visão. Quando o som da chave girando na fechadura ecoou, ele parou abruptamente. Alice entrou, jogando a bolsa no sofá, parecendo exausta. Antes que pudesse dizer "oi", Arthur já estava sobre ela, prensando-a contra a porta fechada com o peso do seu corpo. — Onde você estava? — a voz dele era um rosnado baixo, perigoso. — O escritório fechou às seis, Alice. São três horas de silêncio. Com quem você estava? Alice piscou, surpresa com a intensidade do ataque. — Arthur, o relatório trimestral... o sistema caiu e eu tive que refazer tudo manualmente. Eu te mandei mensagem,
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