ENTRE A VIDA E A GUERRA MATTEO O caos ainda ecoava do lado de fora quando terminei de lidar com eles, Ramon contido, Donatella e Filipa silenciadas à força, todos sob controle dos meus homens. — O sangue ainda estava nas minhas mãos, não era meu, e isso só aumentava o peso do que vinha pela frente. — Olhei para os três uma última vez, sem pressa, deixando claro que aquilo não tinha acabado. — Vocês rezem para que ela sobreviva, fale baixo, firme, sem elevar o tom, porque não é necessário. — Se a minha esposa morrer, vocês vão morrer fatiados, entenderam? E eu nem vou precisar fazer essa obra em vocês, mas os entrego para Giuseppe… e vocês sabem que ele não será clemente. — Ramon tentou sustentar a postura, mesmo contido. — Você não vai sair impune disso. Aproximei-me apenas o suficiente. — Eu não estou tentando sair impune, estou encerrando esse ciclo, endireitei o corpo e olhei para Giuseppe. — Leve-os, da minha frente, mas não façam nada ainda, nós precisamos
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