— Eu... eu tenho que dormir, senhor Trevellyan — respondi, tentando cortar o clima com o meu “senhor Trevellyan”. Mas, infelizmente, isso pareceu animá-lo ainda mais, o que me forçou a dizer: —Como você mesmo me lembrou, já passa das quatro da manhã. — Ah, qual é? Amanhã você está de folga, pode acordar a hora que quiser. Se na boate eu estava em dúvida, agora eu tinha certeza absoluta: Don Trevellyan estava mesmo dando em cima de mim. Eu não tive nem tempo de recusar outra vez, dizendo que já estava indo para a cama. Don saiu da piscina, colocando todo o seu corpo molhado a centímetros de mim. E, novamente, eu não consegui controlar o meu olhar, que secou o abdome dele, antes de descer para o calção azul de academia, que deixava as suas coxas grossas completamente à mostra — sem contar com o membro, que era marcado pelo fino calção. Ele continuou parado na minha frente e isso fez com que eu perdesse a reação. Eu queria muito me afastar, mas não conseguia encontrar forçar para m
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