— Não, senhor... — sussurrei, sentindo o meu rosto pegar fogo. — Eu não estou. Enquanto respondia, secretamente, eu não consegui deixar de fantasiar algo sexual com ele — algo que, obviamente, envolvia ele me “escravizar”. Eu era muito safada, com uma menteextremamente poluída e, ironicamente, só tinha transado com um cara na vida. — E as crianças? — ele indagou, quebrando o silêncio entre a gente. — Elas... elas são ótimas. “Se não fosse pela desgraçada da sua governanta, as coisas estariam incríveis” pensei, lamentando por não poder dizer isso em voz alta. — Eu não sou do tipo de chefe que elogia muito, mas tenho que reconhecer que você está fazendo um bom trabalho — ele prosseguiu, deixando-me vermelha com o elogio. — E as crianças parecem gostar de você, o que é... Bem incomum, eu acho. — Então, eu suponho que isso significa que eu meio que deixei de ser inútil pra você? — respondi, lembrando-o de algo que ele havia me dito durante a nossa conversa em seu escritório. Os láb
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