- Não, nós não vamos embora! - gritou Lucca, correndo para abraçar a perna de Alessandro, sendo imediatamente imitado por Matteo e Mia.Os três pequenos cercaram o pai, prendendo-o com seus bracinhos. Olharam para cima em uníssono, com os rostos rechonchudos e olhos brilhantes como uvas escuras, irradiando um afeto estratégico.- Por favor, nós também queremos encontrar a mamãe! - pediram as três criancinhas ao mesmo tempo.Alessandro arqueou uma sobrancelha. Estariam eles a tentar seduzi-lo com fofura? Ele nunca imaginou que crianças pudessem ser tão desarmantes. Sem perceber, o seu olhar frio de empresário implacável suavizou-se para algo terno, quase carinhoso.O assistente , ao lado, quase deixou cair o queixo. Era a primeira vez que via o grande CEO com aquela expressão humana. Embora o teste de DNA ainda não tivesse chegado, o ar de família era inegável. Temendo ser mandado para uma missão punitiva na África se as crianças corressem perigo, o assistente forçou o que ele acreditav
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