Na casa de Sérgio, Cristiano fumou quase meio maço de cigarros.Depois que Sérgio disse que tudo aquilo era absurdo, Cristiano não falou mais nada.Permaneceu em silêncio, acendendo um cigarro atrás do outro, até consumir quase meio maço. Só então se levantou.Antes de sair, lançou um olhar frio para Sérgio, que ainda estava sentado no sofá.— Eu não vou me divorciar dela. — Disse, num tom duro. — E você, junto com o Grupo Hoglay, trate de se aquietar.Era evidente.A palavra absurdo, dita por Sérgio, não surtira efeito algum.Cristiano já estava convencido de que Sérgio e o Grupo Hoglay agiam em conjunto para pressioná-lo.— E com que direito você pretende continuar esse casamento? — Sérgio provocou, num tom debochado, justamente quando Cristiano já estava à porta.Cristiano parou.Virou-se devagar.O olhar que lançou para Sérgio lembrava o de uma pantera na escuridão, afiado, perigoso, pronto para atacar.— Você já confiou nela alguma vez? — Sérgio perguntou, sem recuar.Cristiano pe
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