119. Cassino
AndréEu estava encostado na parede ao lado do elevador, braços cruzados, tentando fingir que olhava o celular, mas na real só esperava ela. O saguão do hotel estava cheio de gente voltando do congresso, risadas altas, crachás pendurados no pescoço, mas nada disso importava. Quando as portas do elevador se abriram, eu levantei os olhos e... puta merda.Foi como levar um soco no peito.Laís saiu como se o mundo inteiro tivesse sido feito pra assistir. Vestido branco colado no corpo, mais justo que o da noite da balada, mais curto, mais perigoso. O tecido brilhava sutilmente sob as luzes do saguão, abraçando cada curva que eu já conhecia de cor e que, mesmo assim, me deixava sem ar toda vez. O decote discreto na frente, mas as costas... as costas eram quase nuas, só uma tira fina cruzando os ombros. Por cima do braço, um sobretudo, para guardar aquilo que tinha sido feito para provocar. Os saltos finos esticavam as pernas dela de um jeito que fazia qualquer homem virar a cabeça.E ela fe
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