Depois de conseguirem subir as escadas, Griffin os guiou até um dos quartos de hóspedes e abriu a porta, Anthony e Tyler deram um passo à frente e entraram no cômodo. O quarto estava todo pintado de azul, com desenhos dos personagens que Tyler mais gostava espalhados pelas paredes, havia uma torre do tamanho do menino, a base do desenho, repleta de animais e carros, além disso, no canto, perto da cama, havia um carro elétrico no mesmo tema. — Oh, meu Deus, pai — Anthony murmurou, segurando a risada. — É seu, Tyler — disse Griffin, apontando para o quarto. O menino pulava e gritava de alegria, sem saber para onde correr primeiro, se ia até a torre ou se subia no carro. Griffin gargalhou ao ver o neto correndo de um lado para o outro. — Pai, olha, pai! Anthony se aproximou do pai e bateu a mão em seu ombro. — Obrigado. — Pelo quê? É meu neto, ele merece — respondeu, dando de ombros. — Não estou falando só disso, pai — rebateu. Enquanto Tyler subia no car
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