— Bem-vindo, Anthony, que bom ver você aqui. — disse a governanta da casa ao abrir a porta. Ela era uma senhora muito gentil, responsável por ensinar a ele valores que iam na contramão da rigidez da mãe. Anthony a amava desde a infância e se lembrava com carinho de como Maria o acobertava em suas pequenas aventuras infantis, coisas que Eva jamais aceitaria, como rolar na grama ou brincar com crianças que não fossem do bairro deles. — Obrigado, como você está, Maria? Posso te chamar para trabalhar comigo de novo? — ele riu. — Ah, meu menino, você sabe que eu iria se pudesse, mas você nunca está em casa e eu não teria nada para fazer. — ela riu junto. — Bom, e se eu disser que isso mudou? Tenho uma novidade, Maria. Converso com você sozinha depois, primeiro tenho que passar por eles. E, quando disse eles, Anthony se referia aos pais e ao irmão. Decidiu conversar primeiro com Clinton, afinal, os dois estavam diretamente envolvidos naquela história. Ele seguiu pelo corredor se
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