Elisie BellamyEu ainda estou no colo dele e, isso, dessa forma… por si só já é estranho.Não pelo toque, não pelo contato, não pela proximidade. Isso, de alguma forma, já deixou de ser um problema entre nós. O estranho… é ele. Lucien. Do jeito que está agora. Eu o sinto respirando contra o meu pescoço, sinto o peso do corpo dele mais relaxado, mas ao mesmo tempo… carregado. Existe algo nele que eu nunca vi antes.Fragilidade.Essa é a palavra.E eu nunca imaginei que um dia usaria isso para descrevê-lo.Lucien Bellamy não é um homem frágil. Nunca foi. Ele sempre foi controle, frieza, cálculo. Sempre foi aquele tipo de homem que entra em um lugar e toma tudo sem precisar levantar a voz. Um homem que não hesita, que não demonstra, que não se curva. Mas agora… agora eu sinto.Sinto nos braços dele ao meu redor. Na forma como ele me segura, como se tivesse medo de me soltar. Na respiração mais pesada. Na forma como ele se cala depois de dizer coisas que, claramente, não está acostumado a
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