Caio Silva Rocha A cena da nossa coelhinha ajoelhada diante de nós, alternando a boca entre os três paus duros, era uma visão que eu não ia esquecer tão cedo. Os lábios dela brilhavam, os olhos azuis grandes e brilhantes fixos em nós, e cada vez que descia, envolvendo tudo com aquela boca quente e molhada, eu sentia a cabeça girar, o sangue ferver nas veias. Era como se ela tivesse nascido pra ser nossa, pra nos dar esse prazer. — Caralho, que delícia... — murmurei, a mão deslizando pela nuca dela, os dedos se enroscando nos fios macios. Ela continuou, alternando entre nós três, sem pressa, com aquela entrega que me deixava louco de desejo. Luan e Patrick gemiam ao meu lado, completamente dominados por ela, e eu sentia o meu pau pulsar forte dentro da boca dela. Segurei seu rosto com carinho, afastando-a devagar, os polegares acariciando seus lábios. — Chega, meu amor — falei, a voz grossa e trêmula. — Preciso estar dentro de você. Agora. Bruna sorriu, safada e linda, os
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