As mãos dele nunca a deixaram. Uma agarrou a cintura dela, guiando o ritmo. A outra subiu para se enroscar no cabelo dela, puxando gentilmente enquanto ela cavalgava nele, seus seios roçando o peito dele a cada investida.As bocas deles se encontraram — quente, molhada, desesperada. Não apenas beijando, mas consumindo. A língua dele acompanhava o ritmo de suas investidas, implacável, exigente, até ela se afastar com um gemido.— Roman...— Me diz.— Estou perto.— Então goza. Porra, goza, Blair.Ela gozou, de novo, seu corpo travando ao redor dele, suas unhas cravando nas costas dele. Ela nem se importou que a água chacoalhasse violentamente pela borda da banheira.Blair não se importou que sua voz ecoasse no banheiro de mármore.Roman se levantou da água em um movimento fluido, água cascateando pelo peito dele em filetes que capturavam a luz baixa. Os olhos dele nunca deixaram os dela. Fome. Posse. Cada centímetro dele era esculpido de tensão, seu controle mantido por um fio f
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